Teoria – Sustenido e Bemol

Já vimos que as notas naturais dó, ré, mi, fá, sol, lá e si são chamadas assim (naturais) porque não possuem acidentes, ou seja, não estão marcadas com sustenidos nem bemóis.

O simbolo # chama-se sustenido, ele serve para aumentar um semitom (1 casa) a nota natural. Sendo assim, a nota dó, que por exemplo está na casa3 da corda5, ao colocarmos um sustenido junto a ela, será transformada em Dó# (dó sustenido) e será tocada na casa4 da mesma corda, ou seja, uma casa adiante. O sustenido pode ser aplicado em todas as notas, menos Si e Mi, pois estas duas são vizinhas diretas do Dó e do Fá, lembre-se: Si->Dó e Mi->Fá tem uma casa apenas, ou seja, não sobra espaço para Si# nem Mi#, estes acidentes resultarão em Dó e Fá.

A sequencia completa das notas será:

DÓ | DÓ# | RÉ | RÉ# | MI | FÁ | FÁ# | SOL | SOL# | LÁ | LÁ# | SI | DÓ

Muito bem. O sustenido é usado quando temos que avançar a nota em um semitom. Mas podemos perguntar, pra que alterar a nota em um semitom adiante?

Isso serve para aplicarmos o modelo diatônico em outros tons. Observe que, se quisermos formar a escala diatônica de Sol maior, usaremos as notas na seguinte sequencia:

Sol, Lá, Si, Dó, Ré, Mi e Fá

Porém a escala acima nós já sabemos que é a escala diatônica de Dó Maior começando do quinto grau Sol, pois as notas todas são naturais, e isso caracteriza a escala de Dó. Ou seja, não é uma escala diatônica de Sol Maior. Veja a sequencia de intervalos encontrados na escala acima:

Sol Lá Si Dó Ré Mi Fá Sol
  \ /\ /\ /\ /\ /\ /\ / 
   T  T  ST T  T  ST T 

O modelo gerado está diferente do modelo T T ST T T T ST que toda escala diatônica deve possuir. Porém observe que não está muito diferente do modelo diatônico. As duas diferenças são:

  • entre os graus VI e VII (6 e 7) há intervalo de semitom (ST), quando deveria, pelo modelo diatônico que já conhecemos, ser intervalo de 1 tom inteiro (T)
  • entre os graus VII e VIII há intervalo de tom (T), quando deveria ser ST

Agora vem o uso do sustenido(#). Se colocarmos um # na nota Fá o que vai acontecer?

É simples. O intervalo entre os graus VI e VII aumentará em uma casa, pois ao invés de Mi->Fá (1 casa = ST) estaremos agora com Mi->Fá# (duas casas = T).

E o que aconteceu com o intervalo VII e VIII que era T?

O Fá# aproximou-se do Sol e reduziu o intervalo para ST.

Com um # nós ocasionamos duas mudanças nos intervalos da escala. Agora temos T T ST T T T ST, ou seja, uma escala diatônica perfeita de G Maior (Sol Maior).

Sol Lá Si Dó Ré Mi Fá# Sol
  \ /\ /\ /\ /\ /\ /\  / 
   T  T  ST T  T  T  ST 

Concluímos que o tom de G Maior (Sol Maior) tem um sustenido no grau 7, ou seja a nota Fá vira Fá#.

Vamos ver outro exemplo. Como construir a escala de D Maior (Ré Maior)

Observe:

Ré Mi Fá Sol Lá Si Dó Ré
  \ /\ /\ /\ /\ /\ /\ / 
   T  ST T  T  T  ST T 

Temos acima todas as notas naturais, escala de Dó Maior. Temos quatro problemas para resolver:

  • O grau II está com intervalo de ST com o grau III, deveria ser T, pelo modelo diatônico
  • O grau III está com intervalo de T com o grau IV, deveria ser ST pelo modelo
  • O grau VI está em ST com o VII, deveria ser T
  • O grau VII está em T com o VIII, deveria ser ST

Que notas deverão receber # para transformar isso em escala diatônica de D Maior? Apenas duas:

  • Alterar o grau III para fazer T com o grau II e ST com o grau IV
  • Alterar o grau VII para fazer T com o grau VI e ST com o grau VIII

Colocamos então # nas notas Fá (grau 3) e Dó (grau 7). Assim resultará na escala diatônica perfeita de D (Ré Maior):

Ré Mi Fá#  Sol Lá Si Dó# Ré
  \ /\ /\  /\ /\ /\ /\  / 
   T  T  ST T  T  T  ST 

Outro exemplo pra fixar bem: escala diatônica A Maior (Lá Maior)

Novamente partimos da escala natural, sem acidentes, Dó Maior, para saber onde tem problemas que devem ser corrigidos. Evidente que montamos de Lá até Lá, pois queremos construir a escala diatônica de Lá Maior.

Lá Si  Dó Ré Mi  Fá Sol Lá
 \ /\  /\ /\ /\  /\ /\ / 
  T  ST  T  T  ST  T  T 

Problemas:

  • ST entre graus II e III, deveria ser T entre II e III
  • T entre graus III e IV, deveria ser ST entre III e IV
  • ST entre graus V e VI, deveria ser T entre V e VI
  • T entre graus VII e VIII, deveria ser ST entre VII e VIII(/li)

Soluções:

  • Colocar # no grau III, ou seja Dó#, pois vai ficar T com grau II e ST com grau IV, ou seja SI->Dó#->Ré (excelente! Dois problemas resolvidos com um só #)
  • Agora, colocar # no grau VI para ficar T com o grau V, ou seja Mi->Fá#

Como fica:

Lá Si Dó# Ré Mi Fá# Sol Lá
 \ /\ /\ /\ /\  / \ /\ / 
  T  T ST  T  T    ST  T 

Observe acima que ainda temos problemas a resolver: os grau VI e VII estão com ST e os graus VII e VIII estão com intervalo de T.

A solução será colocar # no grau 7, ou seja na nota Sol:

Lá Si Dó# Ré Mi Fá# Sol# Lá
 \ /\ /\ /\ /\  / \ /\  / 
  T  T ST  T  T    T  ST 

A escala diatônica de Lá terá então 3 sustenidos, sendo eles nas notas: Fá, Dó e Sol.

Segue abaixo um quadro resumo das escalas diatônicas e seus respectivos sustenidos. Basta decorá-la para nunca mais esquecer quantos sustenidos tem em cada tonalidade de escala diatônica.

ESCALA ACIDENTES RESULTADO
C nenhum dó ré mi fá sol lá si dó
G Fá# sol lá si dó ré mi fá# sol
D Fá# Dó# ré mi fá# sol lá si dó# ré
A Fá# Dó# Sol# lá si dó# ré mi fá# sol# lá
E Fá# Dó# Sol# Ré# mi fá# sol# lá si dó# ré# mi
B Fá# Dó# Sol# Ré# Lá# si dó# ré# mi fá# sol# lá# si

Para praticá-las no violão, basta mover a digitação do desenho de escala que já estudamos no tópico Montagem de Escala Diatônica em Outros Tons.

A escala também pode ser chamada de tom. A escala G Maior, por exemplo, é a escala diatônica maior em tom de G. Portanto, a escala dá nome ao tom. Esse conceito será importante no tópico Campo Harmônico, que tem mais adiante no curso.

Observando com atenção se vê que os sustenidos vão se repetindo a cada novo tom.

Aqui é importante praticar o ciclo das quintas que foi visto no tópico intervalos e graus. Observe que as escalas diatônicas seguem o ciclo das quintas: DÓ->SOL->RÉ->LÁ->MI->SI->FÁ->DÓ.

Observamos também a ocorrência de sustenidos também segue o ciclo das quintas: temos primeiro Fá# (escala G), depois Fá# Dó# (escala D), depois Fá# Dó# Sol# (escala A), depois Fá# Dó# Sol# Ré# (escala E), depois Fá# Dó# Sol# Ré# Lá# (escala B).


A SEQUÊNCIA DOS BEMÓIS

O bemol (b) é usado quando se quer baixar a nota em semitom. Por exemplo, se eu coloco um bemol na nota Si que está localizada na casa2 da corda5, ela se torna Bb (Si bemol). Para tocá-la teremos que recuar uma casa, tocando casa1 da mesma corda5, obviamente.

Se você leu com atenção a aula até aqui, então surgirá uma pergunta: mas tocando na casa1 da corda5 eu não tinha o Lá#?

Sim. Acontece que esta nota pode ter dois nomes: Lá# ou Bb.

Este fenômeno vai ocorrer também com o Dó#, que pode ser encarado como Ré bemol, com o Ré# que pode ser chamado de Mi bemol, com o Fá# que pode ser nomeado Sol bemol, com o Sol# que pode ser chamado de Lá bemol.

O que fará com que chame de um ou outro nome é o tom. Já conhecemos os tons de G, D, A, E e B. Todos eles contém sustenidos.

Agora os tons que irão conter bemóis são: F, Bb, Eb e Ab. Se antes tínhamos um ciclo de quintas como forma de controlar quantos sustenidos usávamos na escala, ou seja era G(com 1#), D(2#), A(3#), E(4#), B(5#), agora com os bemóis temos ciclos de quartas (que é o inverso do ciclo de quintas), por isso os bemóis vão aumentando conforme aumentamos o tom em intervalos de quarta justa: F (tem 1 bemol), Bb(2 bemóis), Eb(3 bemóis) e Ab(4 bemóis).

Vamos fazer isso na prática. Vamos analisar a escala de Fá Maior:

Fá   Sol  Lá  Si Dó  Ré  Mi Fá
  \ / \  / \ / \ /\  / \ /\ / 
  T    T    T  ST  T    T  ST 

A escala acima é uma escala de Dó Maior começando do Fá, certo? Constatamos isso porque não vemos nenhum sustenido nem bemol, ou seja, é uma escala limpa, é uma escala diatônica de Dó Maior.

Para que transformemos a escala acima em escala de Fá Maior, precisamos alterar alguma coisa. Se a escala perfeita maior precisa ter a estrutura T T ST T T T ST, o que precisa ser mudado na escala acima?

Observe que temos dois probleminhas pra resolver:

  • Existe T entre os graus III e IV, quando deveria ser ST
  • Existe ST entre os graus IV e V, quando deveria ser T

Para corrigir, temos que abaixar o grau IV para que forme ST com o grau III. A solução é colocar um bemol nesta nota, o grau IV. Note que ao colocar bemol no grau IV, nós além de resolvermos o problema da distancia entre III e IV, resolvemos também o problema que havia entre IV e V, aumentando este intervalo em 1 T.

Sendo assim, a escala de Fá Maior tem um bemol no grau IV, ou seja na nota Si, que passa a ser Si bemol. Temos agora uma escala diatônica de Fá perfeita: T T ST T T T ST.

Do mesmo jeito que no caso dos sustenidos, agora teremos uma sequencia de bemóis, conforme avançamos os tons que irão pedindo mais e mais bemóis para acertar a escala diatônica de acordo com o modelo requerido: T T ST T T T ST.

O próximo tom necessitará dois bemóis: um bemol no Si (que já temos na escala/tom de Fá) e mais um bemol. Como falei antes, a sequencia de bemóis vamos seguir pelo cilo de quartas: quem é a quarta justa do Fá? Si Bemol:

Sib  Dó  Ré   Mi  Fá  Sol  Lá   Bb
   \ / \ / \ / \ /  \ / \ /  \ / 
    T   T   T   ST   T    T   ST 

Na escala acima, estamos querendo estabelecer o tom de Bb. Por enquanto é uma escala de Fá Maior que começa em Si bemol. Sabemos isso porque o tom de Fá Maior tem um bemol no Si, exatamente como na escala acima.

Para ter a escala diatônica perfeita de Si Bemol Maior, precisamos arrumar, pois está diferente do modelo diatônico T T ST T T T ST. O que está errado?

  • O grau III esta formando T com o grau IV, deveria ser ST
  • O grau IV esta formando ST com o grau V, deveria ser T

Para arrumar a escala é só colocar um bemol no grau IV. Assim, abaixamos o grau IV para formar ST com o grau III, ao mesmo tempo em que afastamos o grau IV do grau V formando 1 T entre os dois, exatamente o que pede o modelo T T ST T T T ST. Agora temos a escala perfeita diatônica maior de Si bemol.

Sib Dó Ré Mib   Fá  Sol Lá  Bb
 \ / \ / \ / \ /  \ /\ /  \ / 
  T   T   ST  T   T   T   ST 

Os tons resultantes serão: F, Bb, Eb e Ab. Não é necessário construir o tom de Db, pois o tom correto é C#(lembre-se que Db e C# são a mesma nota). pelo mesmo motivo, o tom de Gb não existirá, pois o correto é o tom de F#. Veja na tabela resumo:

ESCALA ACIDENTES RESULTADO
F Sib fá sol lá sib dó ré mi fá
Bb Sib, Mib sib dó ré mib fá sol lá sib
Eb Sib, Mib, Láb mib fá sol láb sib dó ré
Ab Sib, Mib, Láb, Db láb sib dó réb mib fá sol


MONTAGEM DA ESCALAS NO VIOLÃO

Conforme vimos no tópico anterior, o formato diatônico [ T T ST T T T ST ] servirá de base para a construção da escala maior em qualquer tom. Por exemplo, a escala maior de Sol pode iniciar na casa 3 da corda 6, e seguir adiante respeitando intervalos diatônicos.

Na prática, as escalas no violão se tornam mais simples de executar. Você não precisa ficar procurando os sustenidos para aplicar na escala. Basta usar a mesma digitação para todas elas, apenas visualizando e executando o desenho da escala no braço do violão.

A escala se torna um desenho, um mapa de digitação das casas/cordas que iremos memorizar. Para formar escalas de outros tons basta deslocar o desenho da digitação pra outra casa na mesma corda. A escala maior de Sol será na casa 3 corda 6, a escala de Lá maior será na casa 5 desta corda, a escala da Fá na casa 1 corda 6.

O desenho abaixo representa a escala de Sol maior, porque começa na casa3 corda6, que é onde fica a nota Sol, que dará inicio à escala. Você irá praticar começando na nota branca (casa 3 corda 6) sempre com o dedo 2 nesta primeira nota.

Use o metrônomo para manter a métrica. Não esqueça: sempre comece a digitação desta escala com o dedo 2, do contrário, ela fica toda atravessada pra digitar.

É muito interessante você praticá-la dizendo os números dos graus da escala, de 1 até 7. Não esqueça que depois do 7 a sequencia recomeça: 1, 2, 3… Quando estiver voltando a escala no sentido contrário, a numeração também ficará invertida, afinal cada nota tem seu número.

Ao reproduzir essa digitação de escala, todos os sustenidos que porventura existirem nela estarão automaticamente sendo tocados.


UTILIZANDO A ESCALA PARA CRIAR MELODIAS

Veja uma música cifrada, por exemplo, no site cifraclub, e observe que há indicação do tom da música. Se uma música está no tom de Sol Maior, significa que esta música é regida pela escala de Sol, a melodia desta música foi construída com a escala de Sol. Então, usaremos a escala diatônica de Sol se quisermos acompanhá-la ou reproduzir sua melodia.

16 comentarios

Raimundo de Sena Santos

Zé, você tem algum trabalho( DVD) sobre os RITMOS mais usados na música brasileira?. Leio muito sobre isso, mas continuo com muitas dúvidas
Abraços,
Raimundo

    ZeDoBelo

    Oi Raimundo, sim, há um livro chamado Ritmos Brasileiros, do violonista Marco Pereira, que contém um CD. Nele estão os ritmos todos adaptados para violão, escrito em partituras e demonstrados no áudio. Recomendo muito esse livro. Abraços e boa sorte!

Odinaldo

Meu caro, gostaria que voce me esplicasse uma situação que ainda não consegui entender, referente campo harmonico:- Porque em E o Fá tem que ser sustenido (F#m), por exemplo, e não tão somente o Fm;
-O Dó tem que ser C#m, e não tão somente Cm;
-O Ré tem que ser D#°, e não tão somente D°.
O MI foi sitado só como exemplos.
Obrigado se voce puder me atender.

    ZeDoBelo

    Odinaldo, vou explicar rapidamente, mas sugiro que leia o texto inteiro, que aí sim você vai entender. A sua pergunta é o seguinte, é porque deve-se manter as distâncias entre os graus (acordes) do campo harmônico padrão: T T T ST T T T ST. Se a distância natural entre E até F é de ST(meio-tom), então evidentemente o F terá que ser F# para respeitar a distância padrão entre os graus I e II do campo, que é T (tom inteiro). Se E é I, então F é II, se precisamos manter tom inteiro de distância entre os dois, então F#. Da mesma forma, o Dó, funcionando como grau VI do campo harmonico de E, terá que ser sustenido para respeitar a distância entre os graus V(Si) e VI(Dó), que deve ser de T, e não ST, como naturalmente acontece entre B e C (meio-tom).

    Sugiro que leia a matéria desde o começo, pois eu explico tudo isso no texto passo-a-passo. Boa sorte!

Marcos

Gostaria de saber se a escala de digitação no braço do violao só pode ser iniciada com o dedo 2 na nota correspondente na sexta corda. E como ficaria a digitação se eu começar pela mesma nota em outra corda. Por exemplo a escala de do como ficaria iniciando na 3 casa da 5 corda? Ou para realizar a escala de do com a digitação sugerida eu só posso começar com o dedo 2 na casa 8 da corda 6?

    admin

    Marcos, sim com a digitação sugerida tem que ser na corda6/casa8. Mas esta digitação (dedo 2 na corda 6) é só uma forma de digitar a escala, que usa um intervalo confortável de quatro casas continuas, da sexta corda até a primeira corda, assim pode desenvolver velocidade, sendo um desenho de escala fácil de memorizar. Existem outras digitações na corda 6, usando intervalo de seis casas continuas, por exemplo:

    CORDA 6: dedo1 casa8(dó), dedo2 casa10(ré), dedo3 casa12(mi)
    CORDA 5: dedo1 casa8(fá), dedo2 casa10(sol), dedo3 casa12(lá)
    CORDA 4: dedo1 casa9(si), dedo2 casa10(dó), dedo3 casa12(ré)
    CORDA 3: dedo1 casa9(mi), dedo2 casa10(fá), dedo3 casa12(sol) 
    CORDA 2: dedo1 casa10(lá), dedo2 casa12(si), dedo3 casa13(dó)
    CORDA 1: dedo1 casa10(ré), dedo2 casa12(mi), dedo3 casa13(fá)
    

    Mas você também pode iniciar a digitação do dedo2 começando no Dó [corda5/casa3], então ficará assim:

    CORDA 5: dedo2 casa3(dó), dedo2 casa5(ré)
    CORDA 4: dedo1 casa2(mi), dedo2 casa3(fá), dedo3 casa5(sol)
    CORDA 3: dedo1 casa2(lá), dedo2 casa4(si), dedo3 casa5(dó) 
    CORDA 2: dedo1 casa3(ré), dedo2 casa5(mi), dedo3 casa6(fá)
    CORDA 1: dedo1 casa3(sol), dedo2 casa5(lá), dedo3 casa7(si)
    

pedrinha

eu estou muito grata, por existir estas aula gratis do zé belo, pois me ajudou muito, e ainda me ajuda, pois estou aprendendo bem. muito obrigado

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